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Desde estratégias adaptativas nas redes sociais até ao impacto dos princípios visuais no envolvimento do público e a gestão estratégica no desporto e educação, esta sessão explora as histórias que moldam a nossa compreensão digital.

Começamos com o painel apresentado por Caroline Patatt que destacou a importância das abordagens adaptativas nas redes sociais. A análise mostra que a replicação uniforme de mensagens institucionais não garante o mesmo engagement, sublinhando a necessidade de estratégias específicas para cada plataforma. 

Em seguida, Margarida Bento destaca a importância estratégica do Instagram para as instituições de ensino. O Design Modelar, o ritmo e a escala revelam como esses elementos desempenham um papel crucial para cativar o público e fortalecer a conexão entre as universidades e seus seguidores, proporcionando uma experiência visual envolvente e significativa.

Marlene Loureiro conduziu a discussão sobre as “Redes sociais na gestão estratégica da comunicação com os adeptos de futebol” redes estas que ganharam notoriedade com a pandemia. Aqui foi evidenciada a necessidade de investir cada vez mais nesses meios para promover a interação e colaboração direta com os adeptos

Por último, Susana Pinto centrou-se na necessidade das universidades em expandir a sua presença global. A importância de humanizar a mensagem ao recrutar estudantes da Geração Z, ressalta a necessidade de proximidade, mensagens inspiradoras e o uso de embaixadores para transmitir a autenticidade e cultura da universidade, o que é vital para alcançar o objetivo de internacionalização.

Assim, nesta sessão ficou claro que as redes sociais não são apenas ferramentas, mas sim espaços dinâmicos que requerem abordagens personalizadas. Cada intervenção destacou a complexidade e o dinamismo dessas plataformas, ressaltando a necessidade de estratégias específicas e autenticidade. Estamos no auge de uma nova era de comunicação, onde conexões verdadeiras e mensagens autênticas são os elementos fundamentais para um envolvimento significativo.

Por Inês Rodrigues

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